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FICHAS DE JULGAMENTO - Super Stakes ANCA 2018
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Juiz:
Andy Adams, Red Bluff, Califórnia, EUA

Andy Adams
Andy Adams é juiz AAAA e monitor da NCHA e julga há 18 anos.

A última vez que você julgou aqui no Brasil foi no Super Stakes de 2016. Como este evento compara ao último?
Em comparação, eu percebi que a última vez tinha muito mais penalidades de 1 ponto, de competidor subir a mão no pescoço do cavalo, e trabalho no rebanho negativo. Essa vez mudou bem. Houve poucos competidores que levaram penalidade 'G' por subir a mão e houve vários trabalhos no rebanho positivos que ganharam crédito.

Eu vi que nesse evento demorar para baixar a mão é um problema. Houve competidores fazendo isso que não precisava. Eles deveriam estar trabalhando para melhorar isso, e foi um dos assuntos que cobrimos na palestra de julgamento.

Quando começa a demorar para baixar a mão?
A regra é que quando o último boi passar a garupa do cavalo o competidor precisa baixar a mão, a não ser que esteja ainda conduzindo seu boi para frente para tirá-lo.

O que eu faço para ser consistente com a penalidade é quando o competidor está começando a ficar livre do trânsito, o outro gado voltando para trás do cavalo dele, eu presto bem atenção na localização do último boi. Eu sigo esse boi e quando passar a garupa do cavalo, eu volto minha atenção ao competidor. Se ele estiver baixando a mão nesse momento não haverá penalidade, se ainda estiver segurando a mão erguida, haverá uma penalidade ‘E’. Se ele usar as rédeas após esse momento haverá uma penalidade adicional ‘B’, portanto serão 2 pontos de penalidade.

Então não é uma questão de tempo, mas do posicionamento do gado, e o que o competidor está fazendo nesse momento.

Em relação ao evento em si, eu vi que muitos animais progrediram. Teve uma época aqui que os cavalos trabalharam muito reto e não agarraram bem no boi. Parece que os treinadores estão voltando os cavalos mais no boi agora.

Como é o nível dos cavalos em relação dos animais dos EUA?
Essa questão é difícil, mas realmente há alguns animais que poderiam competir nos EUA. Há alguns animais muito bons aqui e eu fiquei impressionado.

Foi realizada uma palestra de julgamento após as competições. Quais são os benefícios para um competidor que aprende a julgar?
Se você for um competidor que está tentando entender o que precisa fazer para ser competitivo, não há maneira melhor para entender isso do que ser o juiz que senta lá em cima e critica ou da créditos a outros competidores. De repente vai enxergar de uma maneira completamente diferente. Isso afeta a maneira que apresenta.

Para mim é importante também dar algum retorno à modalidade. Se eu queria reclamar sobre, ou melhorar o julgamento, eu precisava me envolver e ser um juiz. Isso melhorou muito minhas técnicas de apresentação. Comecei a entender as nuances que fazem uma diferença grande na visão do juiz.

Se tiver uma coisa que você aprendeu em todo esse tempo julgando, que mais ajudou você como competidor, o que seria?
Tem que ser a importância de terminar uma apresentação. Uma coisa que eu fazia como competidor era ter um primeiro boi muito bom, um segundo boi muito bom e já sabendo que estava ganhando a prova, eu tentava proteger minha posição. Quando você é juiz e ver isso, você realmente quer que o competidor termine a apresentação para você poder dar uma nota boa para ele, e ele não faz. Ele morre no rebanho, ou quase nem tira o terceiro boi quando tinha 30 segundos restantes. Assim fica difícil colocar em primeiro lugar. Não quer dizer que não pode, mas isso foi a maior lição que eu aprendi, a importância de terminar uma apresentação que começou bem.

Há quanto tempo você julga?
18 anos.

E você é monitor há quanto tempo?
3 anos.

Qual a maior diferença entre ser juiz e agora ser monitor?
Um monitor é responsável pela papelada e por julgar penalidades que tem discrepâncias, tipo 1 juiz dá e outros não. O monitor precisa ver, decidir e mostrar para os juizes apropriados. Isso é uma grande parte desse trabalho. Para mim a maior parte disso é a educação contínua dos juízes. Ver continuamente apresentações e descobrir maneiras melhores de descrever penalidades e bom e mau conteúdo das apresentações para os juízes para que eles sejam mais rápidos e precisos para tomar as decisões. Porque quando está julgando você tem apenas segundos para tomar decisões.

Para mim a importância disso foi o que me fez querer tornar monitor. Eu adoro julgar e quero continuar julgando para poder me colocar na posição do juiz quando eu faço o trabalho de monitor. É sobre o desenvolvimento contínuo dos juízes.

Nesses 18 anos que você julga, qual momento te da mais orgulho?
Sempre foi uma honra julgar o NCHA Futurity, o Mundial da AQHA, e o NRCHA Snaffle Bit Futurity, todos os eventos principais, e ser considerado relevante e respeitado em todas essas associações, onde eles pagam por nossa opinião.

Julgar foi maravilhoso, mas uma coisa que eu tenho orgulho é minha habilidade e desejo de ajudar os outros a melhorar sua capacidade de julgar. Ajudar a modalidade a crescer e ser o mais justo possível, atrair mais sócios e ser cada vez mais transparentes, para que mais pessoas realmente entendem a importância do julgamento, sendo competidores ou juízes. Eu levo isso a sério e tenho orgulho disso.

Tem algo mais que gostaria de relatar?
É sempre um prazer vir aqui e gosto muito de como somos recebidos aqui. Sei que muito dos outros juízes também apreciam o esforço para recebe-nos. O crescimento da modalidade é importante e vejo que você e a Associação estão trabalhando muito em prol disso. Por isso eu agradeço.

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